
Distinguidos foram ainda os seguintes projetos: "Reciclagem”, a EB1 da Maia, na categoria "Potencial de o efeito perdurar”; "Uma manta, uma vida melhor” – apoio aos animais abandonados, do Colégio Fórum Memória do Elefante (Seixal), na categoria "Impacto imediato na Comunidade”; "Poupar água”, da EB1 dos Moutidos (Maia), na categoria "Mais Amigo do Ambiente”; e o projeto "Recuperação do recinto escolar”, também do Fórum Memória do Elefante, na categoria "Mais Fácil de Replicar”.
Apresentaram-se à primeira edição do Design for Change Portugal 19 projetos, de 16 escolas de diversos pontos do país, envolvendo cerca de 900 participantes.
"Pensar o mundo para além de nós” é, segundo Mário Henriques, da Associação High Play, um dos principais objetivos do movimento Design for Change - Portugal. Na sua opinião, "devemos colocar o foco na formação para valores, princípios e formas de estar, e não tanto para resultados, sob pena de transformar as próximas gerações em tecnocratas”.
Para Mário Henriques, o Design for Change parte de uma "fórmula muito simples: é só pôr as mãos na massa e fazer coisas!”.
A atribuição dos prémios Design for Change Portugal 2012 contou com o apoio de empresas cuja missão ou política de responsabilidade social estão orientadas para a educação para cidadania. Colaboraram nesta iniciativa a PwC (PricewaterhouseCoopers), Kids Transforming the World, FAMO: Working Together, Grundfos, LIPOR e o Grupo Miramar Hotels.

A aluna Sofia Silva, aluna da Escola do Cerco, afirma orgulhosamente que "a participação neste concurso também serviu para mostrar que a Escola do Cerco é boa, ao contrário do que muita gente pensa”. Afirmações como esta reforçam o objetivo de realçar o sentimento de competência inerente à participação no Design for Change Portugal.
A professora Silvana Almeida do Colégio Fórum Memória de Elefante, no Seixal, refere que "mesmo terminada a participação no concurso, as crianças continuam a contribuir com mantas para os cães evidenciando grande envolvimento com um projeto iniciado no âmbito da participação no DFC Portugal”.
"Temos a certeza que através destes projetos vamos contribuir para a construção de um mundo melhor, onde crianças e jovens poderão crescer e tornar-se melhores cidadãos na sua comunidade local, no seu país e, consequentemente, no mundo”, conclui Adelino Sousa, o impulsionador desta iniciativa em Portugal.